25 novembro, 2010

Observação astronómica na Senhora do Monte




Inserida nas actividades da Semana da Ciência e Tecnologia 2010, iremos fazer uma Observação Astronómica, na Senhora do Monte (Cortes – Leiria) aberta ao público em geral e sem pré-inscrição. Esta decorre no dia 26.11.2010 (6ª) entre as 21.00 e as 24.00 horas, pouco depois das Antenas de Rádio da zona mais alta do concelho de Leiria.

Aqui ficam os ficheiros de apoio:
NOTA: para quem não conhece a zona, aqui fica mapa do local da observação, em mapa configurável, bem como local de partida (Café Olhalvas), às 20.35 horas, de alguns participantes:



Assim partiremos em comitiva da Travessa da Rua das Olhalvas e estaremos, a partir das 23.00 horas, na Senhora do Monte, fazendo o seguinte trajecto:



23 novembro, 2010

Palestra sobre Astronomia e Observação Astronómica em Lisboa


Observatório Astronómico de Lisboa

Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa

Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa




No próximo dia 27 de Novembro, o Observatório Astronómico de Lisboa vai realizar mais uma sessão, a última do ano de 2010, das "Noites no Observatório".

Esta iniciativa mensal decorreu ao longo do ano de 2010 com o objectivo de proporcionar ao público um contacto próximo com a Astronomia e dar a conhecer o riquíssimo património histórico, arquitectural e instrumental, da Astronomia portuguesa e mundial nos séculos XIX e XX.

A sessão de dia 27 de Novembro terá início às 20.30 e terminará às 23.00 horas. Neste dia serão realizadas uma palestra de divulgação e observações com telescópio.

A palestra estará subordinada ao tema "A Estrela de Belém", proferida pelo Prof. Doutor Rui Agostinho. As observações decorrerão em contínuo ao longo da noite e estão sujeitas às condições meteorológicas. Independentemente destas, a palestra será sempre realizada e possui uma duração aproximada de 45 minutos.

Aconselha-se o uso de roupa confortável e quente, visto que as observações têm lugar no exterior.

O acesso à actividade é livre mas carece de uma inscrição prévia pois, por motivos logísticos, existe um número máximo de participantes. A inscrição é efectuada online na seguinte página:


Como existe um número máximo de participantes, se após a inscrição verificar que não lhe é possível comparecer, por favor anule a inscrição na seguinte página:


A entrada na Tapada da Ajuda faz-se pelo portão da Calçada da Tapada, em frente ao Instituto Superior de Agronomia.

18 novembro, 2010

Pequeno Atlas do Sistema Solar


A obra Pequeno Atlas do Sistema Solar, da autoria de Eduardo Ivo Alves, será apresentada no próximo dia 23 de Novembro (3.ª feira), pelas 18.30 horas, na Livraria FNAC Coimbra.

A apresentação estará a cargo de Pedro Pina, investigador do Instituto Superior Técnico

16 novembro, 2010

As primeiras amostras de asteróide chegam à Terra!

Japão orgulhoso do seu engenho espacial
Hayabusa foi mesmo a primeira sonda a trazer amostras de asteróide para a Terra

A Hayabusa colheu amostras do asteróide Itokawa e fez sete anos de viagem

A primeira sonda a trazer amostras de um asteróide para a Terra foi mesmo a Hayabusa japonesa, apesar de todos os problemas que sofreu, confirmou a Agência de Exploração Espacial do Japão (JAXA).

“Podemos confirmar a presença de 1500 partículas do asteróide Itokawa” nas amostras recolhidas este ano, no deserto australiano, após uma acidentada viagem pelo espaço, cheia de avarias. A composição das poeiras é extraterrestre, e há até um material que não se encontra na superfície terrestre, avança o site da revista de divulgação científica “New Scientist”.

É a primeira vez que chegam à Terra materiais colhidos directamente num outro corpo do sistema solar – até agora, só tínhamos amostras da Lua. O estudo destas poeiras – que têm menos de dez mícrons, sendo que um mícron é a milionésima parte de um metro – pode revelar-nos quais os materiais que existiam quando os planetas se formaram.

Para além de ajudar os cientistas a compreender a nossa casa no Universo, estudar os asteróides e a sua composição pode ser importante para proteger a Terra de eventuais impactos – nada como conhecer aquilo que se quer rebentar, ou afastar, por exemplo.

"A ciência que vamos fazer com base nestas partículas nos próximos anos não tem preço", comentou Paul Abell, do Centro Espacial Johnson da NASA, membro da equipa Hayabusa. "Depois de todo o trabalho duro que tivemos, e toda a longa espera, podemos dizer que pela primeira vez obtivémos amostras colhidas directamente num asteróide", disse, citado pela "New Scientist".

No Japão, a notícia é motivo de grande orgulho. “Estou extremamente emocionado, nem sei como descrever isto que vai para além dos meus sonhos, tivemos uma sorte incrível”, reagiu Junichiro Kawaguchi, o director do projecto na JAXA, citado pela agência AFP. “É uma estreia mundial e um sucesso notável”, sublinhou o ministro nipónico da Ciência e da Tecnologia, Yoshiaki Takagi, numa conferência de imprensa em Tóquio.

A cápsula com as poeiras do asteróide Itokawa foi recuperada em Junho, no deserto australiano, onde foi largada pela Hayabusa, ao reentrar na atmosfera terrestre. A sonda desintegrou-se, sem suportar as altas temperaturas da reentrada na atmosfera, terminando em fogo uma viagem espacial de ida e volta de sete anos e 6000 milhões de quilómetros.

Durante esta longa viagem, teve repetidas avarias, nos motores, nas baterias e outros equipamentos, que levaram a atrasar três anos o seu regresso à Terra e faziam duvidar de que existissem mesmo poeiras de asteróide no depósito que tinha sido colocado na sonda baptizada com a palavra em japonês para “falcão”. Mas, após o seu regresso à Terra em Junho, a Hayabusa tornou-se para os japoneses, grandes e pequenos, símbolo da temeridade e de persistência na adversidade, sublinha a AFP.

12 novembro, 2010

Formação sobre Blogues



Fazer e utilizar Blogues em contexto escolar

Mini-Acção de Formação não-creditada

Local
: Escola Básica Dr. Correia Mateus – Leiria.

Data: 17.11.2010 (4ª).

Horário: 14.30 – 16.30 horas.

Destinatários: Professores, com prioridade para docentes dos Grupos 230 e 520 da Escola Correia Mateus, mas aberta a outros docentes da mesma Escola ou de outras Escolas, até um limite de 15 pessoas (é necessário ter conhecimentos mínimos de Internet e ter e-mail do Google – Gmail – activo e funcional).

Actividades: Workshop para professores de aprofundamento de conhecimentos sobre a utilização em contexto escolar de Blogues, com especial ênfase na sua aplicação em divulgação científica, no uso com turmas e na sua adaptação a uso escolar. No âmbito da actividade far-se-á um Blogue na plataforma de alojamento Blogger e um Blogue de apoio na plataforma WordPress, bem como actualizações do Blogue Ciências Correia Mateus e/ou blogues dos participantes.

Formador: Fernando João Fernandes Oliveira Martins.

Organização: Grupo 520 (Biologia e Geologia) da Escola Correia Mateus e Blog Geopedrados.

Inscrições: por e-mail (fernando.oliveira.martins-arroba-gmail.com) ou Fax (244 854 019), indicando Nome, Grupo Disciplinar, E-mail e Escola onde lecciona.

NOTA: Será passado um Diploma aos participantes.

Documentos de Apoio:

Inquérito sobre Ciência

Recebido via e-mail, de uma ex-aluna, que está a fazer um estágio na área da divulgação de ciência em Espanha e que pretende transpor alguns dos conhecimentos adquiridos para a realidade Portuguesa:

Boa noite.
Gostaria de pedir a sua colaboração no preenchimento de um questionário que pode encontrar no seguinte endereço:


São apenas 5 minutos...

Trata-se de um questionário de auto-avaliação: não existem respostas correctas nem erradas. E serve apenas de orientação para definir alguns parâmetros sobre o conhecimento da pessoa comum sobre ciência.

Os inquiridos devem ter os seguintes pré-requisitos:

  • ter mais de 35 anos;
  • aceder à Internet pelo menos uma hora por semana por motivos não profissionais;
  • ser português e/ou residente em Portugal há pelo menos 3 anos.

Agradeço a colaboração e a divulgação. Obrigada.
Vera Ferreira

Galáxia do Triângulo

A Galáxia do Triângulo (M33) encontra-se localizada a uma distância ainda não confirmada de 2,4 a 3 milhões de anos luz da Terra, fazendo parte do chamado Grupo Local, constituído por mais de 30 galáxias. Estima-se que este Grupo Local tenha uma dimensão aproximada de 10 milhões de anos luz...
As maiores galáxias deste GL são Andrómeda (M31) e a nossa Via Láctea, sendo a M33 a terceira maior deste grupo, com um diâmetro de 50 000 anos luz. Esta galáxia apresenta inúmeras regiões de formação de novas estrelas, senda a região denominada NGC 604 a mais brilhante. Esta região pode ser vista se mover o rato pela imagem; é a zona mais brilhante à esquerda, dentro do marcador amarelo.
Foto tirada em Leiria, na noite de 17 de Outubro de 2010.
Equipamento usado:
FS102NSV + ST2000XM + Filtro C Astronomik IIc
10x 600" a -20ºC
Flats apenas. :-\
Maxim + CS4


Mova o rato pela imagem para localizer NGC604

09 novembro, 2010

Curso de Astronomia em Leiria

Curso de Astronomia – Origens do Universo

Desde a aurora da civilização que observamos o céu e que tentamos compreender o seu mistério. Por que razão existem estrelas? Por que brilham? De que é feito o Cosmos? Como apareceu tudo isto? Como é que estamos aqui? A procura destas respostas tem sido a essência da astronomia. E a busca leva-nos ao princípio de tudo, ao começo das nossas origens. é uma busca antiga aquela que vamos fazer. Vamos tentar compreender as nossas origens, viajando até ao início do universo, aos primeiros átomos, às primeiras estrelas, à formação do sistema solar e ao princípio da vida. Uma longa jornada para tentar compreender alguns dos mistérios mais profundos do Universo, desde as partículas elementares até aos grandes enxames de Galáxias, desde a formação da Terra até à vida.


Assuntos a abordar
  • A origem do Universo e da matéria;
  • O lado escuro do Universo;
  • A formação de estrelas e galáxias;
  • A formação da Terra e do Sistema Solar;
  • A vida no Universo.
Calendarização
20 e 27 de Novembro de 2010, das 15.00 às 20.00 horas

Formador
Astrónomo José Augusto Matos (FISUA – Associação de Física da Universidade), formador e divulgador na área da Astronomia.

Inscrições - Nº mínimo 16 e máximo 30

Público-alvo: Maiores de 14 anos. Não são necessários requisitos mínimos para frequentar a formação.

Custo de inscrição
€25,00/participante

Inscrições:
No Centro de Interpretação Ambiental de Leira, até ao dia 17 de Novembro de 2010.

Centro de Interpretação Ambiental de Leiria
cia@cm-leiria.pt
Contacto telefónico: 244 845 651

Ficheiros de Apoio

05 novembro, 2010

Jupiter, GMV & MVJ

Apesar de as condições atmosféricas não serem as melhores (neblina típica Leiriense) ainda foi possível fazer um boneco do Rei dos Planetas, com a Grande Mancha Vermelha - tempestade onde cabem 3 planetas Terra no seu eixo longitudinal - e a Mancha Vermelha Júnior, com aproximadamente metade do tamanho da GMV. Esta MVJ, originalmente denominada Oval BA desenvolveu-se através das "colisões" de 3 tempestades jovianas, no ano de 2000. Esta Oval BA tinha uma cor branca mas, a partir de Novembro de 2005, houve alterações que culminaram na cor que hoje apresenta, idêntica à GMV.

03 novembro, 2010

Adeus vaivém Discovery

Discovery
A última viagem após 26 anos de descobertas


O mais antigo vaivém da NASA em actividade é lançado hoje na sua última sessão


O vaivém espacial Discovery recebeu o seu nome após vários barcos britânicos, conhecidos pelas suas numerosas descobertas, como o HMS Discovery, que navegou com James Cook. Como esses, chega finalmente ao fim a história do terceiro vaivém espacial da agên- cia espacial norte-americana, a NASA. A nave espacial faz hoje o seu último voo antes da reforma, após 26 anos a descobrir o espaço: foi o Discovery que, por exemplo, transportou o telescópio Hubble até ao espaço.

A partida estava programada para segunda-feira, mas alguns problemas técnicos, relacionados com a pressurização de um dos motores de navegação espacial, obrigaram a que a partida fosse adiada por alguns dias.

Ontem, os responsáveis pela missão reuniram-se e aprovaram o lançamento do vaivém, determinando que a nave espacial "estará preparada para esta quarta-feira", às 19.52 (hora portuguesa).

Por parte do tempo, os técnicos de meteorologia de Cabo Canaveral, na Califórnia, estão descansados. Calculam que haja 70% de hipóteses de que o clima respeite o início da missão número 39 do mais velho vaivém espacial em actividade - o terceiro de todos os tempos, após o Enterprise e o Columbia .

A missão em si irá durar 11 dias na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), aliás, local que o Discovery conhece bem, pois foi encarregado das suas missões de investigação, assim como da montagem da dita estação espacial.

A reforma dos três vaivéns espaciais da NASA - Discovery, Atlantis e Endeavour - foi decidida pelo Presidente norte-americano, Barack Obama, que optou por cortar no orçamento da NASA.

Nos seus 26 anos de história - a primeira missão foi a 31 de Agosto de 1984 -, um dos momentos mais marcantes terá sido o transporte do telescópio Hubble para o espaço, no dia 24 de Abril de 1990. O Hubble permitiu explicar o nascimento de estrelas ou planetas e estimar a idade do universo em 13 700 milhões de anos. Inclusive, a investigar a misteriosa matéria negra que fez com que a expansão do Universo tenha sido mais acelerada.

Do seu currículo constam também dois momentos importantes na história da exploração espacial: foi o Discovery que fez as viagens após os desastres com os vaivéns Challenger, em 1988, e Columbia, em 2005. O Challenger partiu-se em dois no dia 28 de Janeiro de 1986, 73 segundos após ser lançado; o Columbia desintegrou-se ao entrar na atmosfera da Terra no primeiro dia de Fevereiro de 2003.

O voo de 1988 foi apelidado de "Retorno ao Espaço", após dois anos sem qualquer lançamento, e foi feito por uma equipa composta apenas por veteranos. O Discovery repetiu a experiência após o desastre do Columbia, com a viagem "Retorno aos Voos", a 26 de Julho de 2005.

Após 38 missões, 5628 órbitas e 230 003 477 quilómetros, a nave vai ter hoje a sua última missão, ao que se segue a reforma. A partir de 12 de Novembro de 2010, o Discovery fica para sempre na Terra.

in DN - ler notícia

02 novembro, 2010

A ISS faz 10 anos e recomenda-se

Espaço
ISS: A grande casa do homem no espaço atingiu a meia-idade

Hoje a ISS tem 14 módulos

A 2 de Novembro de 2000, chegava a primeira tripulação. Agora, tem, pelo menos, mais dez anos para provar as esperanças nela depositadas.


Quando o norte-americano William Shepherd e os russos Serguei Krikaliov e Iuri Guidzenko zarparam do cosmódromo de Baikonur para o espaço a bordo de uma nave Soiuz em direcção à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), sabiam que tinham pela frente dois dias de viagem até chegar àquela a que se começava a chamar a casa do homem no espaço. Mas quando lá chegaram, a 2 de Novembro de 2000, a ISS tinha apenas três módulos: o Zaria (Alvorada, em russo), compartimento de carga e de acoplagem com as naves russas; o Unity, módulo de ligação norte-americano; e um módulo habitacional russo, o Zvezda (Estrela).

Construída ao longo dos anos à maneira de um Lego gigante numa colaboração entre cinco agências espaciais (para além da russa RKA e da norte-americana NASA, há ainda a europeia ESA, a japonesa JAXA e a canadiana CSA), a ISS possui actualmente 14 módulos pressurizados, com nomes igualmente poéticos -Destiny, Harmony, Quest, Tranquility e por aí fora. E ainda uma gigante estrutura exterior que suporta em particular os 16 painéis solares que a abastecem em energia eléctrica.

Mas a ISS ainda não está completa - e apenas o ficará no início do próximo ano. Entretanto, na quarta-feira o vaivém norte-americano Discovery deverá transportar, no seu derradeiro voo espacial, o módulo Leonardo - de fabrico italiano e destinado a armazenar mantimentos e peças sobressalentes.

A última peça do puzzle será colocada em Fevereiro de 2011, quando o vaivém Endeavour entregar o módulo Nauka, que em russo significa "ciência" - e que conterá um instrumento científico baptizado AMS (Alpha Magnetic Spectrometer), que irá analisar os raios cósmicos à procura de grandes quantidades de formas misteriosas de matéria, como antimatéria ou matéria escura.

No início, apenas três pessoas podiam viver na ISS, a mais de 300 km de altitude, em órbita em redor da Terra. Hoje, a estação suporta seis inquilinos, organizados em "expedições" sucessivas, que permanecem cada uma vários meses a bordo. A sua zona habitável é do tamanho "de um grande T6", explica a NASA no seu site, com duas casas de banho e um ginásio. O volume pressurizado interno é superior ao de um Boeing 747.


À espera de retorno

O projecto da ISS foi fortemente criticado ao longo dos anos, principalmente pelos custo, que se estima terá sido, no total, da ordem das dezenas - e talvez mais de uma centena - de milhares de milhões de dólares. O seu fim chegou a ser previsto para 2015, durante a Administração de George W. Bush, mas em finais de 2009 a existência activa da estação acabou por ser prolongada pelo menos até 2020 pela administração Obama.

Para a NASA, é a partir de agora, quando estiver completa, que a ISS poderá iniciar a fase "madura" da sua vida útil. "Com mais dez anos para operar uma ISS na idade madura, esperamos conseguir os retornos científicos para os quais a estação foi construída", diz em comunicado da agência espacial Mike Barratt, que foi engenheiro de voo de duas expedições. "Devemos ao mundo respostas a perguntas de ciência básica e de medicina e a ISS pode fazê-lo abundantemente se utilizada com cuidado."

Um dos objectivos de sempre da ISS foi preparar a via para uma futura permanência humana de longa duração no espaço - seja em missões à Lua ou a Marte.

Há apenas uns dias, a 25 de Outubro, a ISS permitiu bater o recorde de permanência humana contínua no espaço, ultrapassando o anterior recorde de 3644 dias, até aí detido pela sua predecessora, a estação espacial russa Mir.

O Telescópio Espacial Hubble foi lançado para o espaço há 22 anos

O Telescópio Espacial Hubble é um satélite que transporta um grande telescópio para a luz visível e infravermelha . Foi lançado pela agên...