09 março, 2009

À procura de planetas com vida

Missão do telescópio Kepler começa esta noite
Espaço: Um grande olho no céu à espreita de pontinhos azuis
06.03.2009 - 09h58 Ana Gerschenfeld

Se tudo correr bem, dentro de horas o novo telescópio espacial Kepler da NASA partirá de cabo Canaveral a bordo de um foguetão. A sua missão: descobrir outros "pontinhos azuis"- ou seja, planetas parecidos com o nosso que orbitem em torno de estrelas parecidas com o nosso Sol.

A anos-luz da Terra, algures na nossa galáxia, a Via Láctea, uma anónima e modesta estrela alberga um pequeno planeta, feito de continentes de pedra, oceanos de água líquida e céus azuis. Tal como a Terra, esse planeta completa uma órbita em torno do seu sol em mais ou menos um ano. Não é nem muito quente nem muito frio: tem a temperatura ideal para o desenvolvimento da vida. Quem sabe, talvez já esteja cheio de vida... O que não daríamos para o ver!

O mais provável é que isso nunca venha a acontecer - mesmo um punhado de anos-luz são milhões de quilómetros a mais para os seres humanos lá chegarem em pessoa. Mas os astrónomos acreditam que é, contudo, possível fazer algo que se aproxima disso: estudar a atmosfera de planetas como este - se é que existem -, determinar se são habitáveis e descobrir eventuais sinais da presença de vida.

É um velho sonho da Humanidade, saber se estamos ou não sozinhos no Universo. O nosso "pontinho azul", como lhe chamava o conhecido astrónomo Carl Sagan, será único, ou haverá muitos outros como ele noutros cantos da Via Láctea e até de outras galáxias? E se houver muitos outros, haverá ou não vida neles? E se houver vida neles, será vida inteligente, consciente, ou apenas vida primitiva?

O telescópio espacial Kepler da NASA, que deverá ser lançado por volta das 4h da próxima madrugada (hora de Lisboa) a partir de cabo Canaveral, na Florida, a bordo de um foguetão Delta2, é a concretização da primeira etapa indispensável na exploração desta nova fronteira. Tem por missão descobrir mais pontinhos azuis. "O Kepler é uma importante pedra angular para percebermos que tipos de planetas se formam à volta de outras estrelas", diz Debra Fischer, "caçadora" de planetas extra-solares da Universidade Estadual de São Francisco, citada num comunicado da NASA. "As suas descobertas (...) vão ser o nosso guia para conseguirmos um dia vislumbrar um pontinho azul como o nosso à volta de outra estrela da nossa galáxia."

Até à data, conhecem-se mais de 300 "exoplanetas", mas nenhum deles parece ser muito semelhante à Terra; costumam ser muito maiores e a maioria são bolas gigantes de gases incandescentes. De facto, nem o telescópio espacial Hubble nem os mais potentes telescópios terrestres seriam capazes de detectar planetas do tamanho da Terra a distâncias tão imponentes. Espera-se que as coisas mudem radicalmente com a chegada do Kepler ao espaço, que, para mais, ao contrário dos outros telescópios, se dedicará em exclusividade à pesquisa de exoplanetas (a sonda Corot, lançada pela Agência Espacial Europeia em 2006, também à procura de planetas extra-solares, é menos potente do que o Kepler e menos adequada à detecção de planetas tipo-Terra).

Olhar fixamente as estrelas

O novo telescópio, baptizado em homenagem a Johannes Kepler (1571-1630), pai da astronomia moderna, pesa uma tonelada e custou 478 milhões de euros. É basicamente composto por uma câmara digital de 95 milhões de pixéis - a mais potente de sempre a ser colocada no espaço - e de um espelho com quase um metro e meio de diâmetro. A abertura do telescópio é quase de um metro.

Colocado em órbita à volta do Sol, seguirá o rasto ao nosso planeta e ficará orientado para uma porção do céu visível do Hemisfério Norte da Terra, na direcção das constelações Cisne e Lira. Ao longo dos pelo menos três anos (pode chegar aos seis) que deverá durar a sua missão, vai realizar um gigantesco "recenseamento planetário", segundo as palavras de Jon Morse, director da divisão de Astrofísica da NASA, olhando fixamente e simultaneamente para mais de 100 mil estrelas nessa região da Via Láctea.

Para detectar exoplanetas, o Kepler utilizará o método dito dos trânsitos, que consiste em detectar pequeníssimas flutuações da radiação, "piscadelas" na luz emitida pelas estrelas, devidas à passagem de um planeta à sua frente. O Kepler é um aguçadíssimo olho no céu, como explica James Fanson, responsável da missão, no mesmo documento da NASA: "Se o Kepler olhasse para a Terra à noite a partir do espaço, seria capaz de detectar a diminuição da luz num alpendre se alguém passasse à frente da lâmpada". O que equivale ainda a ser capaz, para recorrer à imagem usada pelo New York Times, de detectar a variação de luz produzida por uma pulga a rastejar à superfície do farol de um carro. O Kepler fará observações em contínuo, sem desviar o olho dos seus alvos e sem pestanejar, e enviará para a Terra os dados recolhidos uma vez por semana.

Como os planetas que o Kepler procura devem ser parecidos com o nosso e a sua estrela parecida com o nosso Sol, isso significa, em princípio, que esses planetas demoram cerca de um ano a completar uma volta em torno da estrela. Portanto, ao longo da sua missão, o novo telescópio deverá ser capaz de confirmar várias vezes a redução periódica da luminosidade de uma dada estrela de forma a garantir que essa variação se deve à passagem de um planeta e não a algum outro fenómeno. Mas isso também quer dizer que só no fim da missão é que se saberá quantos planetas do tipo da Terra é que o Kepler encontrou.

Contudo, os responsáveis da missão têm uma ideia do número em causa. Pensam que o Kepler deverá detectar centenas de planetas de todo o tipo - muitos deles gigantes quentíssimos - e que, se de facto os pontinhos azuis forem moeda corrente na nossa galáxia, umas dezenas dos exoplanetas descobertos serão parecidas com a Terra e estarão situadas na zona "habitável" do seu respectivo sistema solar.

Umas dezenas pode parecer muito pouco, dado o número de estrelas que o telescópio irá perscrutar. Mas o facto é que, entre aquelas 100 mil estrelas e o seu eventual cortejo de planetas, nem todos se vão alinhar com o Kepler para serem "apanhados" pela objectiva. Estima-se que um tal alinhamento apenas se produza em um por cento dos casos. Muitos planetas como o nosso passarão, portanto, despercebidos, mesmo que existam.

Mas nada garante o desenlace: "Se descobrirmos que a maior parte das estrelas possui planetas como a Terra", diz William Borucki, responsável científico da missão, "isso implica que as condições que sustentam o desenvolvimento da vida poderão ser comuns na nossa galáxia. Mas se encontrarmos poucos ou nenhuns planetas destes, isso indicará que talvez estejamos sozinhos."

07 março, 2009

Apresentação do livro "O Mistério da Estrelinha Curiosa"


A minha amiga Leonor Lourenço vai fazer o lançamento na Livraria Arquivo (em Leiria) no próximo domingo, dia 15 de Março de 2009, pelas 15.00 horas (com a apresentação a cargo do Doutor Luís Filipe Barbeiro, docente na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria) do seu livro "O Mistério da Estrelinha Curiosa", publicado pela Soregra Editores.

É bom saber, neste Ano Internacional da Astronomia, que há uma autora que consegue aliar tão habilmente a ciência e o conto infantil... Como li antecipadamente este livro infantil excelentemente ilustrado e ainda melhor escrito, recomendo vivamente a sua aquisição - eu lá estarei, para que o meu exemplar seja autografado pela autora...!

Comparece - a entrada é livre!

Starparty Galáctica - Primavera 2009


Vai realizar-se, já nos próximos dias 4 e 5 de Abril de 2009, o Starparty Galáctica, em Montargil, Ponte de Sôr.

Montargil, localizado praticamente no centro do País, facilita a que todos os Astrónomos possam de uma forma relativamente fácil possa participar. Está a cerca de 130km de Lisboa, 300km do Porto e 315km de Faro.

Ao contrário da edição de 2008, não haverá edifício de apoio, as actividades vão centrar-se principalmente nas observações. Ou seja, há que ter atenção que poderá não haver no local electricidade, água, casas de banho, etc. - apenas ar livre...!

Paralelamente, estaremos a participar em conjunto com a Astrofesta Global do programa da 100 horas de Astronomia, do Ano Internacional de Astronomia (AIA2009), que centra nos seus objectivos por o máximo de pessoas possível a observar o céu através de um telescópio. A Astrofesta Global será o maior evento de divulgação de Astronomia de todos os tempos.

De qualquer forma:

1. Vai haver no local pelo menos um gerador de energia eléctrica. Com isto há a possibilidade do pessoal mais carente em energia eléctrica para o telescópio ou acessórios estar mais apoiado. De qualquer forma, ninguém deverá ir com o intuito de querer usar apenas o gerador. Levem sempre os vossos recursos energéticos caso necessitem deles. Gerador = Backup.
2. Há a possibilidade de podermos vir a ter o apoio da CM local por forma a ser-nos disponibilizadas algumas ajudas.
3. Também a confirmar a possibilidade de poder haver na Escola EB 2.3 local a disponibilização de uma sala para palestras. Este ponto não estava previsto para esta StarParty, pelo que se houver sala disponível, ainda não se sabe se haverá palestrantes.

Este evento está a ser organizado pelo pessoal do Fórum Galáctica.

04 março, 2009

O asteróide 2009 DD45 em filme da YouTube

NEO Asteroid 2009 DD45 from Canberra

Notícia sobre NEO

Asteróide passa perto da Terra
03.03.2009 - 16h57 Rafael Pereira

Um pequeno asteróide passou ontem de “raspão” à Terra, de acordo com o Minor Planet Center (MPC) da União Internacional da Astronomia. O pequeno objecto passou a apenas 72 mil quilómetros da Terra, que representa um quinto da distância entre a Terra e a Lua e o dobro da distância da maioria de satélites de comunicações, segundo o site Sky and Telescope.

Esta pequena ameaça celeste, designada de 2009 DD45 - que se julga ter cerca de 30 metros - passou ontem por volta das 13h00 muito perto do nosso planeta.

O objecto foi detectado pela primeira vez no sábado por uma equipa de investigadores australianos e mais tarde confirmado pela MPC.

O mais recente objecto que se tinha avistado passar tão perto da Terra foi o 2004 FU162, um asteróide de seis metros que passou a mais de 6 mil quilómetros no nosso planeta, em Março de 2004.

Nos tempos recentes apenas um asteróide de dimensões semelhantes ao 2009 DD45 colidiu com a Terra. Há cem anos, a 30 de Julho de 1908, o Tunguska atingiu a terra na zona da Sibéria libertando força equivalente a 85 bombas como a de Hiroshima e derrubando 80 milhões de árvores.

01 março, 2009

Os caminhos das estrelas


Informação recebida do programa Câmara Clara da RTP2 relativa à próxima emissão, no domingo à noite, 1 de Março, 22h30m (na foto a apresentadora do programa Paula Moura Pinheiro):

Mais de 200 portugueses concorreram ao lugar de astronauta no primeiro concurso da Agência Espacial Europeia (European Space Agency) a que tiveram acesso. Os resultados só vão ser divulgados daqui a quatro meses, mas é sabido que Portugal conheceu, nos últimos anos, um boom de interesse e de competência em Astronomia. Dois cientistas, João Fernandes, o coordenador nacional do Ano Internacional da Astronomia, e Rosa Doran, presidente da NUCLIO, uma associação de astrónomos profissionais, amadores e professores, contam-nos em que ponto está a aventura terrestre da exploração espacial, falam-nos dos próximos destinos humanos no universo e de como será a vida extra-terrestre. Copérnico, Galileu, Newton, Einstein, Hans Bethe, Carl Sagan e muitos outros cientistas, alguns portugueses, que nos abriram o caminho das estrelas são lembrados ao lado de Van Gogh, Goethe, Holst, Kubrick e David Bowie, entre os muitos criadores que trabalharam sobre o confronto do homem com o espaço. Rosa Doran e João Fernandes declaram-se optimistas - e todos vão perceber porquê.

Post roubado ao Blog De Rerum Natura

26 fevereiro, 2009

E Agora Eu Sou Galileu - observações em Lisboa

Observatório Astronómico de Lisboa (OAL)

Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa


O OAL, no âmbito da iniciativa "E Agora Eu Sou Galileu" vai realizar várias observações ao longo do ano de 2009.

A primeira destas observações decorrerá no dia 28 de Fevereiro de 2009 e terá lugar no Edifício Central, entre as 18.30 e as 20.30 horas. Nesta sessão serão realizadas observações com telescópio da fase de Vénus: sensibilização sobre o impacto das observações de Galileu para a Astronomia e a Ciência em geral.

A entrada na Tapada da Ajuda faz-se pelo portão da Calçada da Tapada, em frente ao Instituto Superior de Agronomia.

Palestra sobre Astronomia em Lisboa

Observatório Astronómico de Lisboa

Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa


O Observatório Astronómico de Lisboa (OAL) promove Palestras públicas mensais que têm lugar no Edifício Central, pelas 21.30 horas da última sexta-feira de cada mês.


A próxima sessão decorrerá no dia 27 de Fevereiro de 2009 e terá como tema:

"O Telescópio de Galileu em Portugal"

Doutor Henrique Leitão
(CIUHCT - Universidade de Lisboa)

Celebra-se neste ano de 2009 o Ano Internacional da Astronomia, que toma como tema principal as observações telescópicas levadas a cabo por Galileu Galileu há quatro séculos, em 1609. As observações de Galileu, como se sabe, lançariam a Europa num profundo debate científico e cultural.

Nesta palestra mostraremos como estes assuntos foram seguidos em Portugal e que impacto tiveram entre nós. Curiosamente, como se mostrará, Portugal participou muito estreitamente nestes acontecimentos, tendo desempenhado um papel fundamental na divulgação do telescópio e das novidades celestes. Trata-se de uma página fascinante da história científica do nosso país que convém conhecer um pouco melhor.



VIDEODIFUSÃO DA PALESTRA PÚBLICA

Como vem sendo hábito anunciamos que o OAL fará a transmissão da sua Palestra Mensal através da Internet.

No dia 27 de Fevereiro a partir das 21h30 visite o seguinte endereço:



A entrada na Tapada da Ajuda faz-se pelo portão da Calçada da Tapada, em frente ao Instituto Superior de Agronomia.

Para mais informações use o telefone 213 616 730, ou consulte:

http://www.oal.ul.pt/palestras

23 fevereiro, 2009

E agora eu sou Galileu

A 27 e 28 de Fevereiro

AIA2009 CONVOCA TELESCÓPIOS DE NORTE A SUL DO PAÍS

Programa "E agora eu sou Galileu" pretende recriar observações do astrónomo mais famoso de todos os tempos

No âmbito do programa "E agora eu sou Galileu", que começa no fim da semana, o Ano Internacional de Astronomia mobiliza astrónomos profissionais e amadores para levar os portugueses a serem Galileu por um dia. Na sexta-feira (27) e no sábado (28), as ruas do país acolhem telescópios para recriar, 400 anos após as primeiras observações de Galileu Galilei, o trabalho do astrónomo. Destinada ao público em geral, a iniciativa visa sensibilizar para o impacto que essas observações tiveram para a ciência. "E agora eu sou Galileu" prolonga-se até ao fim do ano.

"Pedimos a todas as pessoas que têm um telescópio que apoiem a iniciativa, promovendo uma sessão de observação na sua localidade", explica a organização do "E Agora eu sou Galileu". Qual é a aparência da Lua? O que são as fases de Vénus? A resposta está ao alcance de todos no próximo fim-de-semana à noite, a partir das 18h30. Basta deslocar-se até um dos vários locais no país em que vão ser asseguradas gratuitamente sessões de observação (Lisboa, Porto, São Pedro do Estoril, Funchal, Bragança, Braga, Espinho, Coimbra, Constância, Aveiro...).

As diferentes associações e instituições que, de Norte a Sul, colaboram neste momento ou vão colaborar com o Ano Internacional de Astronomia (AIA2009) procuram reproduzir as observações de Galileu, com meios técnicos mais actuais. No Terraço da Universidade da Madeira, frente ao Observatório Astronómico de Lisboa, frente ao planetário Calouste Gulbenkian ou ao planetário do Porto, no Centro de Interpretação Ambiental da Ponta do Sal em São Pedro de Estoril, no Centro Ciência Viva de Bragança e de Constância ou no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, entre outros, o público vai poder espreitar por uma luneta e, guiado por um caderno informativo especialmente criado para as observações, reviver os passos de um dos mais famosos astrónomos.

"O projecto "E agora eu sou Galileu" tem por objectivo levar até o público o conhecimento das observações que Galileu fez e fazer perceber a importância que essas observações tiveram para a ciência em geral e, em particular, para a astronomia", frisa José Afonso, do Observatório de Astronomia de Lisboa. O coordenador nacional da actividade sublinha ainda que se trata de informar e ensinar todos os públicos, jovens e adultos, e ajudá-los a interpretar as observações de Galileu à luz do que ele sabia e à luz do que se sabe hoje. "As observações de Galileu estão na base de uma revolução do conhecimento", lembra o responsável.

Cada sessão do "E agora eu sou Galileu" é subordinada a um tema, isto é, a uma das observações de Galileu: as fases de Vénus, as luas de Júpiter, os anéis de Saturno, a topologia da Lua ou as manchas solares estão, alternadamente, no centro das atenções, em função da sua visibilidade. Entre Fevereiro e Dezembro, já foram escolhidas 14 datas em que o público poderá participar nessa iniciativa original e aprender mais sobre o Universo.

Para mais informações, os interessados poderão consultar a página do Ano Internacional de Astronomia (http://www.astronomia2009.org) em que estará disponível toda a informação actualizada e o caderno de observações. Poderão ainda informar-se junto dos diferentes organismos locais associados ao evento (Observatório Astronómico de Lisboa, Centro de Astronomia da Universidade do Porto, NUCLIO, Universidade da Madeira, Centro Ciência Viva Bragança, Centro Ciência Viva Constância, Orion - Sociedade Científica de Astronomia do Minho, Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores, Centro Multimeios de Espinho, Museu da Ciência da Universidade de Coimbra e Associação de Física da Universidade de Aveiro).

O Ano Internacional de Astronomia é organizado em Portugal pela Sociedade Portuguesa de Astronomia, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), da Fundação Calouste Gulbenkian, o Ciência Viva e a European Astronomical Society (EAS).

Mais informações:
http://www.astronomia2009.org/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=38&Itemid=129
http://www.astronomia2009.org/

Datas previstas:
27 de Fevereiro (Sexta-feira) e 28 de Fevereiro (Sábado)
3 de Abril (Sexta-feira) e 4 de Abril (Sábado)
16 de Maio (Sábado)
29 de Maio (Sexta-feira) e 30 de Maio (Sábado)
19 de Junho (Sexta-feira) e 20 de Junho (Sábado)
11 de Julho (Sábado)
18 de Julho (Quarta-feira)
7 de Agosto (Sexta-feira) e 8 de Agosto (Sábado)
18 de Setembro (Sexta-feira) e 19 de Setembro (Sábado)
25 de Setembro (Sexta-feira) e 26 de Setembro (Sábado)
2 de Outubro (Sexta-feira) e 3 de Outubro (Sábado)
24 de Outubro (Sábado)
14 de Novembro (Sábado)
27 de Novembro (Sexta-feira) e 28 de Novembro (Sábado)


Associados "E Agora eu Sou Galileu"
  • Observatório Astronómico de Lisboa.
  • Centro de Astronomia da Universidade do Porto.
  • NUCLIO.
  • Universidade da Madeira.
  • Centro Ciência Viva Bragança.
  • Centro Ciência Viva Constância.
  • Orion - Sociedade Científica de Astronomia do Minho.
  • Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores.
  • Centro Multimeios de Espinho
  • Museu da Ciência da Universidade de Coimbra
  • Associação de Física da Universidade de Aveiro

16 fevereiro, 2009

Árvore de Natal e Pelo de Raposa

Depois de muitas noites com "tecto baixo" foi finalmente possível retirar o pó ao equipamento e experimentar um novo tubo: Takahashi FS-102NSV.

Desta vez fui à caça da Raposa e da Árvore de Natal.

Aqui fica o seu registo:

31 janeiro, 2009

Música com Astronomia

Aqui fica uma excelente canção para celebrar o Rock & Roll e o Ano Internacional da Astronomia...

O Telescópio Espacial Hubble foi lançado para o espaço há 22 anos

O Telescópio Espacial Hubble é um satélite que transporta um grande telescópio para a luz visível e infravermelha . Foi lançado pela agên...